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SEDUZIDA PELO TIO FERNANDO

VÍDEO-CONTO
AUTOR - PORTUGUESINHA
Mais um vídeo-conto que fiz para o concurso de incesto, que participei, espero que gostem, vai o vídeo em anexo.

Esta história, já tem uns anos, mas resolvi dividir com vocês. Passou-se quando eu tinha os meus 16 anos. Os meus pais precisaram viajar de repente, para visitar um familiar doente, mas eu estava na escola e não poderia acompanhá-los.

A minha tia Luísa, ofereceu-se para me acolher esses dias na sua casa. O problema é que o marido dela, o tio Fernando, fazia um tempo que olhava para mim de um modo diferente. Até que ele era um homem charmoso e interessante, mas era meu tio, né? Mas confesso que as conversas provocantes dele até me davam tesão, deixando-me completamente molhadinha. No primeiro dia, ficou conversando comigo, como habitualmente, brincando, perguntando se eu tinha namorado, se já tinha beijado algum garoto, se já tinha feito sexo com algum deles. Eu fiquei meio embaraçada com aquilo, mas após ele prometer que não contaria nada aos meus pais, que o que eu contasse para ele ficaria entre nós, respondi às perguntas, falando que no momento, não tinha ninguém, mas já tinha namorado alguns meninos.

Após insistência dele, falei que já tinha ficado com um deles, que tínhamos feito amor umas três vezes, mas que não gostei e que me tinha doído muito. Ele ficou falando que o garoto não sabia fazer a coisa direito, que eu precisava de experimentar com alguém mais experiente, que me ensinasse a ter prazer e que quando eu experimentasse, não iria querer outra coisa. Naquele dia a conversa ficou por ali.

No dia seguinte era Sábado e a minha tia foi trabalhar, deixando-me sozinha com o tio Fernando. Ele convidou-me para ir à praia, deixando-me animada. Meio envergonhada, pedi ao tio, se tinha uma gillete, para me emprestar, para fazer a depilação, pois o biquíni que eu ia usar, era muito cavado. A resposta dele, surpreendeu-me:

- Senta aí, querida, que a gillete do tio é perigosa, é melhor o tio fazer a depilação para ti, para não te cortares.

- Ai, tio...tenho vergonha, imagina eu ficar aqui toda aberta, com a ratinha à mostra!

- Não te preocupes, minha querida. Sou teu tio, não tem mal nenhum.

Acabei cedendo, e despindo as minhas cuequinhas rosinhas, enquanto o tio foi buscar a gillete e uma tacinha com água. Quando o tio voltou, trazia um frasquinho de chantillly na mão:

- Aninha, a espuma de barbear do tio, acabou. Vamos usar o chantilly, para substituir.

Confesso que achei meio estranho, mas na hora, meio inocente, nem pensei em maldade. As mãos dele, abriram-me as pernas e espalharam uma boa porção de chantilly nos meus pelinhos.

- Abre mais as pernas, querida, para o tio poder rapar melhor. Nossa, que ratinha linda, meu amor. Sortudo do menino que for chupá-la, vai se deliciar!

- Chupar, tio?... Não vou deixar, não. Acho isso meio nojento.

O tio ia passando a mão, demorando-se mais que o necessário, deixando a minha ratinha molhadinha e com vontade.

- Que é isso, minha querida? Nojento? Quando sentires uma boca lambendo e chupando a tua menina, não vais querer outra coisa. Mas tem de ser uma boca experiente, para te dar muito prazer, não a boca daqueles coleguinhas teus lá da escola.
O tio Fernando foi raspando os meus pelinhos, até deixar só uma pequena porção por cima do clítoris. No final, passou os dedos molhados, limpando o chantilly, que estava grudado.

- Amor...está difícil sair, deixa o tio limpar de outra maneira. Relaxa, que vou te deixar limpinha!

Eu já estava de olhos fechados, mordendo os lábios para não gemer, enquanto a mão do tio, deslizava na minha rachinha e no meu clítoris inchadinho de tesão. Nem me apercebi da boca dele descer até lá embaixo, até sentir uma sensação nova e diferente. Abri os olhos e vi a boca do tio, lambendo a minha ratinha, com muita vontade. Deu-me um arrepio no corpo todo, que me fez estremecer.



- Isso, fofinha, deixa o tio te mostrar como é bom ser chupadinha assim. Abre as pernas e deixa o tio fazer. Vais gostar, querida, prometo! Que ratinha deliciosa!

- Aiiiii...tio...que coisa boa!....aiiiii...tão bommmmmmm!

A língua experiente lambia-me como se quisesse me devorar toda. Ele sabia bem o que fazer, para me deixar louca. Arqueei o meu corpo, até que entre gemidinhos, vim-me na sua boca, ficando molinha e arfante e meio surpresa pelo que tinha acontecido.O tio aproveitou esse momento, para abrir as calças e sacar da sua picha dura para fora.

- Agora, querida, vais sentir o que é uma picha de verdade. Não como aquelas dos teus coleguinhas. o Tio vai te mostrar como é bom levar um pau de verdade na ratinha.
Confesso que me assustei com o tamanho do instrumento. Só tinha visto a do meu colega e era mais pequena e fina, mas o tesão era tanto que nem me importei. Só queria aquilo dentro de mim, me preenchendo toda. O tio deitou-me mais na cadeira e encaixou aquele pedaço de carne, lentamente, até as bolinhas baterem nas minhas nádegas. A sensação era ótima e fechei os olhos, deixando ele comandar o ritmo.
- Ai, Aninha, que coninha apertadinha. Rebola no pau do tio, rebola.Isso, aperta ele assim.

A sensação era deliciosa e não me doía, só me dava cada vez mais prazer.Ao fim de um bocado, o tio sentou-se e puxou-me para cima dele:

- Vem, amorzinho...vem cavalgar o tio, vem! Mostra para o tio, que tu sabes como fazer.



Nunca tinha ficado assim por cima, mas encaixei aquela delícia na minha ratinha e segui o meu instinto, saltando em cima dele, ajudada pelas suas mãos que me apertavam pelas nádegas. Gemi como uma cadelinha no cio, deliciada com aquilo tudo dentro de mim. Senti o orgasmo aproximar-se, para me fazer gozar pela primeira vez com um cacete dentro de mim. Até ali, os meus gozos eram somente solitários, com os meus dedinhos no clítoris. Mas aquele nem tinha comparação, senti o meu corpo todo estremecer, até me fazer gritar e ficar sem forças em cima do pau do tio. O tio estava arfante por baixo de mim, louco para se vir:
- Isso, minha gostosa, o tio não falou que ias gostar ? Vem, querida, chupa o pau do tio agora, chupa!

- Ai, tio...chupar ? Nunca fiz isso...tenho nojo !

- Experimenta, que não tem nada de mais.Toda a gente faz isso. Vai, só um pouquinho, se não gostares, páras. Lambe só a cabecinha.


Desci a boca, um pouco a medo e comecei a lamber aquele pau lambuzado dos meus líquidos. Até que não era tão mau como pensava. A cabecinha era tão suave e aveludada, que fiquei brincando com ela, como se fosse um brinquedinho. O tio gemia e delirava com a minha boquinha virgem.
- Ai, Aninha, ajuda com a mão, querida. Toca uma para o tio, toca.

Fui apertando o seu cacete na mão e chupando a cabecinha ao mesmo tempo, até que senti ele pulsar e jorrar o seu leitinho todo. Tirei a boca assustada e deixei escorrer pelas minhas mãos abaixo, meio surpresa.

Ali, pela primeira vez, senti-me uma mulher de verdade, capaz de dar prazer a um homem, mesmo que esse homem fosse o marido da minha tia.






 
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