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SONHO....


AUTOR- SÉRGIO SENNA



Abro a porta e a vejo, está reclinada no braço do sofá, com uma mão atrás da cabeça, totalmente nua… aquela deusa parece dormir. Os olhos fechados, a respiração leve e compassada. Meus obscenos olhos descem por aquele corpo de formas perfeitas, os seios médios, firmes, com mamilos morenos e bicos pontudos, que apontam pra o alto e se mostram a mim em toda a sua pujança e formosura, a cintura fina dá destaque aos quadris largos e arredondados, um pé está num braço do sofá enquanto o outro se encontra pousado no tapete, com isso suas coxas se encontram levemente abertas, deixando a mostra a vulva levemente mais escura que a cor morena da pele

 é uma vulva diferente das das outras mulheres, os lábios são de grossura média e textura acetinada e o corte entre eles está levemente aberto deixando entrever um pouco da entrada da vagina, devido a posição, em cima um grelo que se adivinha duro, desponta entre eles, como se querendo mostrar que é uma mulher pronta pra o sexo e desejosa de viver a plenitude da vida. Me aproximo e ajoelho entre suas coxas, mas sem tocá-las, observo bem de perto aquela mulher e meu pau pulsa tomado por um desejo quase insano, deixo meus olhos percorrerem mais uma vez seu corpo e me perco naquela contemplação, principalmente nos bicos dos seios que, como que adivinhando minha presença, se avolumaram e se esticam mais ainda pra o alto.
 Aproximo meu rosto daquela vulva e minha respiração bate nela, fazendo-a estremecer, é como se me aguardasse, estivesse a minha espera… e coroando aquela xoxota angelical está seus pentelhos, pretos, lisos, rebaixados com uniformidade, formando um triângulo que sombreia a parte superior, bem junto ao grelo, onde termina. Vejo que os lábios vaginas estão lisinhos, totalmente desimpedidos, e com minha respiração tão perto e os aquecendo, eles se arrepiam.


Sua entrada vaginal se abre um pouco mais e vejo que se molha, orvalha… qual flor outonal nas madrugadas... Talvez sonhe algo erótico ou talvez seja somente o calor da minha respiração que a faz desejar um contato maior, estou quase a encostar meus lábios naqueles outros lábios que sei, me esperam.
Mas algo me contém, olho aqueles lábios vaginais que tanto poder tem sobre mim, mais uma vez, bem de perto. Aquela cena é mágica e inusitada, tirada mesmo de um romance medieval, eu simplesmente quedo-me contemplativo e não me atrevo a quebrar aquele encanto. E, apesar de todo o desejo que ferve dentro de mim, levanto-me e dando-lhe as costas... Vou-me!!!!!!
 

 
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